Pessoas que se tornaram milionárias trabalhando em casa

Hoje em dia, várias pessoas sonham em ter uma renda fixa que lhes dê uma estabilidade financeira, em menos tempo de trabalho, ou seja, investindo em um negócio próprio.

História de sucesso

É o caso por exemplo de Erica Stanford, de 30 anos, que não possuía uma boa relação com o dinheiro. Ela tinha muitas dívidas, e estava insatisfeita no trabalho.

Em 2009, Erica ouviu no rádio pela primeira vez a respeito de bitcoin, que é a moeda criptografada digital. Assim, a tecnologia permite que qualquer um com um smartphone e internet, envie as moedas de bitcoin de graça para qualquer lugar do mundo.

Ela estava cansada de seu emprego de vendas e marketing, e passou a pesquisar uma base de dados global em criptomoedas, investigando sobre a origem da compra de diamantes, antiguidades roubadas e o histórico de carros usados.

Fonte: http://resumo.com.br

Segurança nas transferências bancárias

Num mundo cada vez mais conectado, não é do estranhar que a criminalidade migre de forma veloz e eficiente para o ambiente virtual. Um estudo da consultoria americana Accenture mostra que as empresas do setor bancário são as que mais gastam para se proteger das ameaças virtuais.

O trabalho, feito em parceria com o instituto Ponemon, também dos Estados Unidos e dedicado à proteção de dados e segurança da informação, verificou que cada grande empresa de serviço financeiro gastou em média, 18 milhões de dólares em 2017 para se proteger de crimes cibernéticos — 38,5% mais do que em 2014. O valor é superior à média alocada por companhias de outros setores também visados pelos bandidos virtuais, com o telecomunicações, energia e defesa, que gastaram uma média de 12 milhões de dólares no ano passado.

Esse tipo de despesa leva em conta apenas os custos diretos dos ataques e não inclui soluções nem investimentos de longo prazo. A expansão dos gastos com proteção responde diretamente ao aumento dos ataques. Em 2014, eram aproximadamente 40 casos por ano.

Agora, são registradas cerca de 125 ocorrências, praticamente uma a cada três dias. O tipo de crime virtual mais caro para os bancos e para as instituições financeiras é a chamada interrupção de serviço com a consequente perda de informações — que afetam diretamente a vida do cliente. Cada ataque custa, em média, quase 228 000 dólares e 60% dos gastos totais são decorrentes da detecção e contenção. “A medida que os custos dos crimes cibernéticos continuam a subir, as empresas do setor financeiro têm investido mais em relação ao uso de tecnologias de automação, inteligência artificial e macftme feammg para se proteger”, diz Oh ris Thompson, diretor da Accenture
e líder global da área d e finanças e risco.

No setor financeiro, o estudo ouviu 352 executivos de grandes empresas em sete países: Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha, Austrália, França, Itália e Japão

Fonte: https://exame.abril.com.br